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:: sábado, 6 de março de 2010
Walter e o despreparo dos jogadores no Brasil Antes de voltar a falar de Londres, um assunto esteve bastante presente nos noticiários aqui do Rio Grande do Sul.
O atacante Walter, do Inter, simplesmente não apareceu nos treinos e nem tampouco deu explicações ou atendeu aos chamados do clube, mesmo morando a poucas quadras do Beira-Rio.
Walter tem 20 anos e ganha algo entre 15 e 20 mil reais por mês. É semi-analfabeto e se recusou a ir ao colégio que o clube pagou, assim como negou também a ajuda de uma professora particular.
Veio do Recife, onde mora sua mãe e o resto de sua família. Pois bem, procurada pelos jornais, a mãe do atleta disse que não tem recebido dinheiro do filho e que não tem condições nem de pagar as contas básicas (água, luz, gás...).
Vejamos: quem, com 20 anos e sem estudo, ganha isso por mês? Ninguém. Profissionais formados, com pós-graduação, encaram o mercado de trabalho ganhando às vezes em um ano, o que o Walter ganha em um mês. Para jogar bola. Só o que ele tem a fazer é treinar e eventualmente, jogar alguns minutos (ele antes desse rolo era reserva no time do técnico Fossati).
E ainda, mesmo ganhando esse valor absurdo (maior que 99% da população brasileira), Walter não vem mandando dinheiro para sua família no Nordeste, a ponto deles estarem passando necessidades por lá?
O que passa na cabeça dum cidadão destes? Não ter estudo é uma coisa. Ser burro, é outra. Eu, com meus 30 anos recém completados, graduação em Ciência da Computação e MBA em Gestão, pelo valor que o Walter recebe treinaria todo dia, depois do treino trabalharia no administrativo do clube e se precisasse alguma ajuda para a obra de remodelação do estádio para a Copa de 2014 ainda seria voluntário.
Outro que não dá bom exemplo é o atacante Adriano "Imperador", atualmente no Flamengo. Depois de ano passado ele sumir da Itália, onde ganhava MAIS DE UM MILHÃO DE REAIS POR MÊS, foi "visitar os amigos" e ficou quase um mês num morro carioca.
Passado isso, voltou a jogar bem, marcar gols, ser chamado pelo Dunga para a Seleção, estaria totalmente recuperado, e coisa e tal.
Pois bem, essa semana sumiu do Flamengo, e segundo a própria noiva, ele teria ido a um baile funk com outros jogadores, onde a noiva teria feito um escândalo.
Adriano já não é mais tão guri como Walter. Mas provavelmente, da mesma forma que o jovem atacante colorado, não tem estudo também.
Algum tempo atrás o atacante francês Thierry Henry deu uma declaração polêmica sobre o futebol brasileiro, dizendo que aqui, ao contrário dos outros países, o futebol é mais evoluído porque as crianças deixam de estudar para jogar bola.
A declaração pareceu preconceituosa para alguns, mas não tiro a razão do francês. Nas ricas ligas americanas de futebol (americano) e basquete, os jogadores chegam aos clubes depois da faculdade.
Pouca gente sabe, mas Michael Jordan, o Pelé do basquete, é advogado. Enquanto isso, tirando casos de exceção como Sócrates e Tostão (que se formaram em medicina) ou mesmo do ex-goleiro do Inter João Gabriel (hoje advogado), os jogadores brasileiros em sua maioria não se preocupam com o estudo, já que o futebol dá uma renda maior que qualquer carreira "convencional" no nosso País.
E não há nada que nos faça acreditar que esse quadro pode ser revertido, mesmo a médio e longo prazo.
Em tempo, muitas meninas também largam os estudos para se dedicar à carreira de modelo, que assim como a de jogador, também é curta e paga muito bem. E outra atividade que paga muito bem no nosso país e não precisa de estudo é a política, vide nosso presidente que também nunca foi muito chegado aos livros e cadernos. 
:: sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Meus dias em Londres Desde o final do ano passado flertava com a ideia de conhecer a terra da rainha Elizabeth. Fiz uma espécie de pesquisa indireta, com umas 50 pessoas que já foram à Londres, à Inglaterra ou mesmo à Europa. Juntou-se à isso o que conversei com amigos que moram atualmente lá. Estava convencido que possivelmente gostaria da experiência. Por questões de trabalho e pessoais, acabei me decidindo mesmo a ir apenas no começo de fevereiro. Com a ajuda maravilhosa da Ciça, da Zaffari Turismo, comprei as passagens e fiz o câmbio muito rápido, e sem precisar sair do lugar. Tudo pelo e-mail e MSN. Onde ficar? Procurei em comunidades do Orkut de brasileiros que foram ou moram em Londres, falei com dois amigos que já foram pra lá e fiquei entre duas opções de hostel: acabou vencendo o melhor localizado, apesar de pouca coisa mais caro, o Generator. Passagem marcada para saída de Porto Alegre dia 16, chegada em Londres na manhã do dia 17. Volta com saída dia 24 de lá à noite e chegada na manhã do dia 25 aqui na capital do chimarrão. Tudo pela TAM, voos tranquilos entre POA-SP e SP-LON. Chegando lá, uma fila gigantesca para a imigração. Era a babel em forma de fila, gente de tudo que é canto do mundo dando explicação para entrar (ou não) em terras britânicas. A senhora que me entrevistou na imigração tinha cara de bunda, e me fez perguntas (muito) estúpidas, como o que eu queria ver em Londres e se eu sabia que tipo de museu era o Madame Tussaud's. Resolvido isso, passaporte carimbado, era o momento de pegar as malas e se achar na cidade. Por sorte minha, meu amigo Fernando e a Cintia estavam me esperando na saída do desembarque. Primeiras providências, o Fernando me emprestou um Oyster card (cartão para uso no transporte público - trem e ônibus) e um chip da O2, que coloquei no outro celular que levei - o da LG! - e que dava direito a 50min de ligações pro Brasil colocando 10 libras de crédito. Primeira parada, largar as coisas no hostel. Me impressionei positivamente. Lugar legal, boa atmosfera. Quarto pequeno, como esperado, mas limpo e simpático. Largamos as coisas lá e fomos para o centro, onde comemos o tradicional rango inglês "fish & chips", que é um filezão de peixe frito com batatas fritas. Se tivesse arroz, era uma "à la minuta".Nos demais dias após a quarta, o Fernando trabalhava, e não seria eu que ia atrapalhar a vida dele por lá. Comecei a dar banda por tudo sozinho, o sistema de metrô deles é à prova de idiotas. Muito simples e prático. Visitei o Tate Modern, onde conheci pessoalmente a Cynthia e a Roberta, tirei fotos na frente da Catedral de St. Paul, fui a outros museus, pontos turísticos e tal, que vou contar por aqui aos poucos, até pra esse post não ficar muito grande (e também porque hoje é meu aniversário!). Conheci muita gente, principalmente no hostel, onde tive como companheiros de quarto um alemão procurando emprego, um tiozão inglês apaixonado por musicais, uma australiana, um tiozão espanhol que estuda a lingua inglesa, um italiano que pouco falou, e outro australiano guia turístico que praticamente nada falou. Fora suecos, franceses, espanhóis, japoneses, chineses, portuguesas, e até brasileiros que se conhecia no saguão ou no bar. Mas, resumidamente, foi uma baita experiência de vida, estar sozinho a 11000 km de casa, ver novas pessoas, novas culturas, um idioma que faz parte do teu dia-a-dia indiretamente, mas que não é o que tu vive... O lugar é lindo, dá vontade de voltar, e até mesmo de ficar por lá. É literalmente, outro mundo, e diferentemente daqui do Brasil, lá as coisas funcionam. Em breve escrevo aqui mais sobre tudo isso, de lá, atualizava as novidades pelo meu Twitter, já que meu acesso à internet era unicamente no meu celular, o N95 guerreiro. Já postei fotos no Fotolog, Orkut e Facebook também. E antes de terminar, meu agradecimento a todos que me mandaram mensagens nesses 9 dias que fiquei fora de casa, seja por e-mail, sms ou twitter. Valeu!  
:: terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
O outro Pato Depois de 2 anos de ter vendido Alexandre da Silva, o Pato, o Inter pode estar trazendo agora outro Pato, o Abbondanzieri, goleiro lendário do Boca Juniors. Eu, particularmente, não tenho nada contra os atuais goleiros colorados. Lauro tem seus momentos de baixa, mas normalmente não compromete. Muriel e Agenor sempre estiveram nas seleções brasileiras de base. Mas duas dúvidas circundam essa possível contratação: o excesso de estrangeiros no time e a idade do arqueiro argentino. Bom, eu tenho minhas teorias. Um dos dois argentinos (Guiñazu e D'Alessandro) pode, das duas, uma: estar se naturalizando brasileiro (como já fez o uruguaio Sorondo) ou estar deixando o Inter. Quanto à idade, o Inter já teve suas conquistas com arqueiros veteranos. Que o diga Clemer, que já chegou ao Beira-Rio com 34 anos e foi multicampeão pelo colorado. Outros exemplos históricos são os de Manga, que chegou ao Beira-Rio já com 37 anos e foi bicampeão brasileiro, e também do paraguaio Roberto "Gato" Fernandez, que jogou aqui já com 38 anos, sendo campeão da Copa do Brasil. Manga jogou até os 45 anos. Fernandez até os 43. Clemer, até os 41. Abbondanzieri tem 38, e na bagagem três títulos de libertadores e dois da copa intercontinental. Talvez ele nem venha, mas se vier, vai ser um bom acréscimo de qualidade e experiência no time que busca o bi da América.  
:: sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Rá-tim-bum do mal? Estamos em 2010, e ainda persistem boatos bizarros, as famosas "lendas urbanas", disseminadas por e-mails e blogs. Já ouvi de algumas pessoas algo como "maldita inclusão digital". Mas não tem nada a ver. Pelo contrário, até. Muitas vezes recebo estes absurdos de pessoas com um nível de educação: advogados, nutricionistas, militares. As pessoas não fazem questão nenhuma de saber daonde veio a desinformação e saem repassando. Uma busca simples no Google normalmente resolve tudo. Os "rins roubados no shopping", as "agulhas com HIV nos cinemas", o "concurso de comer baratas", o "leite reciclado", e tantas outras barbáries que a gente vê por aí. E pior, que tem gente que acredita! Ontem recebi de uma amiga advogada uma que nunca tinha visto. (Mas que o Google me disse que é antiga.) Alguns trechos: "RATIMBUM É uma palavra mágica usada pelos magos persas na Idade Média. Em rituais satânicos, elas eram pronunciadas assim e ao contrário fazendo o mestre dos magos surgir das cinzas e realizar os desejos de quem os proclamou.
Por muito tempo cantamos inocentemente um "parabéns" pra alguém que está aniversariando. Mas até aqui tudo bem. O que muitos não sabem é que depois da música vem um tal de ratimbum (isso significa: eu amaldiçoo você)..."
E continua: "... Existiu até certo tempo um programa infantil numa determinada emissora de TV (castelo Ratimbum) que significa "castelo da maldição" ...Pô, na segunda frase já tem um "mestre dos magos". Várzea total. (Caverna do Dragão feelings) E uma busca no Google mostra que a expressão só existe no Brasil, então como seria algo dos "magos persas"? Rá-tim-bum é uma simples onomatopéia, a imitação de um som, de bandinha/fanfarra. A caixa faz algo como "TARARÁ", os pratos fazem o que seria o "TIM", e o bumbo faz o "BUM". Na musiquinha dos anões da Branca de Neve já tinha algo assim: "Eu vou eu vou para casa agora eu vou parara-tim-bum parara-tim-bum eu vou eu vou...". Mais um mito desvendado.  
:: quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Copa do Brasil Começou ontem a Copa do Brasil.
Sem os 5 maiores times do país, que estão na Libertadores, a ideia inicial é que Santos, Palmeiras, Vasco e Grêmio seriam favoritos.
Mas ontem o Palmeiras penou pra vencer o "poderoso" Flamengo do Piauí, que tem o veterano Jardel no banco de reservas. O Vasco também suou para ganhar do Sousa da Paraíba. O Grêmio que deu mais sorte e conseguiu se classificar (a duras penas) contra o Araguaia do Mato Grosso (quem?).
Sendo assim na primeira rodada, dá pra supor que se o Santos (agora com Robinho) não fizer melhor, o título vai acabar indo para um time menor, como já aconteceu em outros anos (Criciúma, Juventude, Paulista, Santo André...). 
:: terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Inter x Grêmio Neste domingo, teve mais um Inter x Grêmio. Novamente em Erechim, como no ano passado. Só para manter o costume, vitória colorada. Há cerca de 10 anos o Inter não perde para o rival pelo campeonato gaúcho. A verdade é que, há tempos, o tricolor da Azenha não é mais o mesmo. Desde a ISL que quase levou à falência o time no começo da década de 2000, do centenário triste em 2003 e do rebaixamento em 2004, a autoestima gremista ficou afetada, de modo que fizeram uma festa de campeão do mundo em 2005 para um título de segunda divisão. Que fique bem claro que foi impressionante o jogo contra o Náutico, é verdade, mas ganhar a segunda divisão era apenas a obrigação do time que anteriormente já fora denominado “imortal”. Era uma coisa para ser feito esquecido, como fez o Palmeiras, por exemplo. Mas o tricolor preferiu, à época dizer que era melhor ser campeão da segunda divisão do que ser vice na primeira. E o que o Inter fez no ano seguinte: sendo vice na primeira (apesar que o STJD tirou o título do Colorado), distputou e foi campeão da América e do Mundo. Em 2007 o Portoalegrense tirou forças do além e chegou até a final da libertadores com a campanha mais pífia da história: 7 derrotas. Mas os deuses do futebol não permitiram que fosse cometida uma injustiça, e o campeão, com a maior diferença da história, foi o Boca Juniors, de Palacios e Riquelme. Enquanto o marketing do Inter, campeão de tudo, tem sido premiado, o rival não tem nem se ajudado. As promessas de uma arena na zona norte (que seria na visão utópica dos dirigentes o estádio de Porto Alegre para a Copa), que há anos está só na maquete, também ajuda a dividir a torcida e diminuir ainda mais a autoestima. A real é que as recentes administrações gremistas tem sido muito boas. Para nós, colorados.  
:: sábado, 30 de janeiro de 2010
Siso, de novo Como eu já contei aqui e aqui, todo meu processo de ortodontia tem suas dores mais punk. Todo o mês, quando apertam-se os arames, seguem-se alguns dias de dor. Mas segunda-feira da semana passada a coisa foi muito tensa. Coloquei espaçadores no segundo molar, que empurraram os vizinhos, primeiro molar e terceiro molar (vulgo siso), para dar espaço e colocar um anelzinho. Só que esse processo é na base da força. E o meu siso não tinha nascido todo ainda. Na prática, o que aconteceu: a maior dor na boca que eu já tive. Além de empurrar um dente que não nasceu direito e que não tem espaço (e por isso será em breve removido), o procedimento fez descolar uma pequena parte da gengiva que estava por cima do canto do dente. E inflamou. Seguiram-se alguns dias de noites mal dormidas, muito paracetamol, que não resolvia, mesmo tomado de 3 em 3 horas. Então na sexta falei com a dentista que receitou Toragesic. Um santo analgésico sublingual. Mas mesmo assim, de 5 em 5 horas precisava tomar outro. Daí fui nesta última segunda consultar de novo, e tive que começar a tomar além do Toragesic um antibiótico, porque a gengiva estava com uma pequena infecção, que gerava a dor. Bom, o tratamento foi eficiente, beleza, ontem praticamente nem sentia mais nada, mas então hoje acordei e tomei um susto. O que faltava do bendito do dente resolveu "nascer" (eclodir) e rasgou a gengiva durante a noite. Acordei como se tivesse matado um boi com os dentes, com a boca cheia de sangue, travesseiro e fronha imprestáveis. Passei o dia me alimentando só de sorvete, toddynho, danette e picolés, para estancar o sangramento. Tenso. Só espero que amanhã já esteja melhor, afinal, de noite tem churrasco na casa do meu tio, e seria muito triste ter que evitar a carne. Mas agora, pelo menos, aperto do aparelho, só depois das minhas férias, lá em março. Um pouco de férias para a dor. 
Rexona Energizing Recentemente recebi pelos correios um envelope gordinho da Unilever. Era uma simpática amostra em spray (14ml/10g) do novo desodorante "Rexona Men Body Energezing", na versão Triple Mint. Como apreciador de menta, seja em balas, chicletes ou mesmo em chás, gostei do produto, a fragrância da menta é agradável e se sobressai, dando um ar esportivo, que imagino que seja o conceito do "energizante".  Mas achei que a fragrância durou um pouco menos em relação aos desodorantes que estou acostumado normalmente a usar, normalmente Axe. Inclusive ultimamente não encontro nos supermercados as fragrâncias Musk e Vice. E não, o "efeito Axe" das propagandas nunca aconteceu comigo, nem quando eu usei aquele com fragrância de chocolate. Também não vi no supermercado hoje o novo Rexona Ultra Guaraná, que fiquei curioso para conhecer. Desodorante de guaraná pra mim é novidade. Mas deve ser bom, e não duvido de mais nada, afinal o Boticário tem até perfume de vinho (Malbec). 
:: quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
O iPhone de Itu Para quem não conhece a fama de Itu, a cidade é conhecida por ter as coisas em tamanho exagerado.
Lembro dos meus avós terem visitado a cidade nos anos 80 e trazido para mim e o meu irmão, lápis e borracha de Itu, os lápis tinham cerca de 50cm, e as borrachas, 30cm.
Pois bem, nesta quarta-feira a Apple lançou o iPad, o famoso e aguardado tablet que veio para brigar com os netbooks.
O problema é que o iPad nada mais é que um... iPhone de Itu! O iPhonão roda o mesmo sistema operacional do telefone, só tem um processador melhor, e, obviamente, uma tela maior. Mas tem todos os defeitos do seu irmão menor e mais famoso: roda apenas um aplicativo por vez, os aplicativos só podem ser adquiridos via App Store, não há entrada USB, nem saída HDMI, a memória e a bateria são internos e fixos, e o navegador web não roda animações em Flash.
O brinquedo tem de diferente o fato que poderá ser usado como e-reader. Ah, tá...
Soma-se à tudo isso o fato do iPad custar a partir de 499 dólares. E nesta versão mais barata, sem direito a acesso por 3G e com apenas 16GB de memória. O que o torna, sem a rede telefônica, não um iPhone, e sim um iPod touch tamanho família...
Um netbook da Dell, o Mini 10, custa nos EUA, 299 dólares, com processador mais rápido, HD de 160 GB, portas USB, webcam, leitor de cartões... logo, com o mesmo tamanho e muito mais utilidade que o iPhone (iPod touch) de Itu. E por 200 dólares a menos (40%).
Nem vou comentar da versão mais completa, que tem de diferente apenas a memória (64GB) e o acesso por 3G. E sai por estratosféricos (para um gadget) 829 dólares!
Um iPhone pode ser comparado a uma moto da Harley-Davidson: é grande e pesado em relação à concorrência, não tem as melhores features (velocidade, conforto, economia), mas tem toda uma questão de "charme" e "status" da marca, que é o que dizem os seus compradores para justificar o custo/benefício ruim.
Já o iPad vai partir para o mesmo lado, sendo como, sei lá, uma Harley com quatro rodas: vai ser do tamanho de um carro, mais cara que um carro e sem as features (partes boas) que um carro (na analogia, um netbook) tem.
Eu não faço questão nenhuma de comprar uma Harley. E nem um iPhone. Muito menos o de Itu.
(Em tempo, tinha me confundido e escrito "iPaq", é "iPad". iPaq é uma linha de pdas e smartphones da HP/Compaq.) 
Postura profissional no futebol (a falta de) É ridícula a postura e a falta de profissionalismo de muitos jogadores de futebol brasileiros.
Justifica em parte o "pé atrás" de vários times da Europa com jogadores de determinados países (como mesmo Inter e Grêmio recentemente anunciaram que não pretendem tão cedo trazer colombianos, peruanos e equatorianos) onde inclui-se o Brasil.
O risco de uma equipe de alto nível contratar jogadores brasileiros por valores muito altos e depois perder dinheiro pela falta de ética profissional é algo.
E há de se dar razão pra eles.
Exemplos não faltam. O que foi que o Adriano fez com a Inter de Milão. O Robinho (o novo Pelé?) fez duas vezes já, com Real Madrid e agora recentemente com o Manchester City. Também o Ânderson (que chegou a ser chamado de "Andershow") tem feito com o Manchester United.
Quando estes jogadores surgem em um time grande brasileiro, logo já ficam "se achando" e praticamente forçam para sair logo do Brasil, atrás de salários ainda maiores, em euros, do sonho da "independência financeira", como se jogador bom no Brasil ganhasse mal.
Então chegam na Europa, casas enormes, carros que nem existem aqui, se deslumbram, jogam durante alguns meses, e começa a choradeira. Dificuldades com o idioma (mal sabem o português, vão se virar como?), com a comida (preferem a da mãe), com a cultura (não tem pagode com cervejada), saudades da família, saudades dos amigos que faziam farra, saudades do seu gueto, onde era um rei.
Daí começam a não jogar na Europa, porque o rendimento cai e os técnicos lá não escalam ninguém só pelo nome. E eles vão para o banco de reservas, ou às vezes, nem são relacionados para as partidas.
E ficam ainda mais tristes, acham que estão sendo injustiçados, começam a dar entrevistas falando que se é para não jogar, preferem sair, que o ambiente está ruim, que gostariam de voltar para o Brasil.
Então os clubes brasileiros fazem das tripas coração para trazer os elementos de volta, pagando salários impensáveis para 99,9% da população brasileira. E daí, dependendo da idade do jogador, o ciclo recomeça e algum tempo depois, quer ir para a Europa de novo! Em alguns casos, não conseguem ir para a Europa pela segunda vez, daí acabam jogando em locais onde há grana, mas não há competitividade, como os países árabes e também asiáticos.
Quem é o culpado? Os jogadores que não tem estudo, nem preparação psicológica? Dos dirigentes dos clubes brasileiros que mimam demais seus prodígios? Dos agentes e empresários que querem ganhar a sua parte e ajudam a estragar a cabeça dos jogadores? Das marias-chuteiras que eles arranjam e querem fama e fortuna, longe de onde nasceram? Seria um amontoado de tudo isso?
Cada caso é um caso, mas de qualquer forma, as assistentes sociais dos grandes clubes brasileiros tem uma vida difícil. Tentar ajudar uns guris sem base nenhuma, mas que mesmo enquanto juniores, já ganham bem mais do que elas, formadas, muitas vezes pós-graduadas.
E quem perde é o futebol. 
:: segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Um novo mundo é possível. Na marra? Começou mais um Fórum Social Mundial em Porto Alegre.
Na verdade, o evento veio minguado, pois além de descentralizado, ainda foi mais "espraiado" já que parte dos eventos de Porto Alegre acontecem nas cidades vizinhas, que o partido do presidente governa e teoricamente são mais engajadas com a "luta".
O evento tem muito de propaganda socialista. Mas já está provado que o sistema não funciona. Vide ex-URSS e demais países do Leste Europeu.
O que dizer de Cuba e da Coreia do Norte?
É de se deixar bem claro que algumas práticas do socialismo são louváveis nestes dois países, como a saúde em Cuba e a educação na Coreia (uma das menores taxas de analfabetismo do mundo).
Mas, a que preço? As pessoas não podem pensar diferente do governo, não podem prosperar e ganhar o seu dinheiro, não podem ter direito à informação ou a bens?
Se fosse tão bom, porque tantos cubanos e norte-coreanos fugiriam de seus países?
Enquanto isso, na vizinha Venezuela, o presidente (ditador?) Chavez quer cada vez mais isolar a Venezuela do mundo. As últimas dele: acabar com o cunho capitalista de empresas (!!!) e fechar rádios e canais de tv a cabo por não passarem um discurso dele.
O presidente do Irã, outro socialista, nega o holocausto e diz que não há homossexuais no seu país.
Se o socialismo é tão bom, porque em Cuba e na China há censura na internet, e blogueiros são torturados e presos?
E alguém já viu um norte-coreano na Internet? Não, óbvio. Porque não pode, o "senhor supremo" do país não permite.
E é com medo que eu vejo a parte do "plano de direitos humanos" do governo Lula que pode virar uma nova espécie de censura.
Eles querem “um novo mundo possível”, mas na marra? 
:: sábado, 23 de janeiro de 2010
Se eu compraria uma Burgman de novo Já me perguntaram mais de uma vez, então eu respondo aqui.
Quando eu comprei a Burgman, ela era a melhor escolha disparado entre as scooters disponíveis no mercado.
Era outubro de 2006 e as outras eram Sundown Future, Garini 150cc, e Yamaha Neo (na época, ainda do modelo velho). E todas ainda eram mais caras que a Burgman, mesmo com desempenho inferior. Fácil explicar porque a Burgman virou líder de mercado, não?
Naquela época, a motoca custava 5600 reais, e fiz financiado em 36x de 239 reais. Só que adiantando as parcelas, tinha um baita desconto, então acabei pagando em 18 meses e tendo mais de 1000 reais de desconto no total do financiamento.
Hoje o mercado tem mais opções: a Neo teve uma mudança no visual, a Dafra lançou a gêmea da Burgman com injeção e a Honda tem a Lead. Das demais (Future, Laser, HaoBao) nem comento. Os preços cairam também para pagamento à vista (mas subiram no total do financiamento).
Enfim, hoje, é possível que não pegasse uma Burgman novamente, não pela qualidade, até porque a minha não incomodou em mais de 3 anos, mas pelo mercado em si, não só de scooters mas de motos em geral.
Mas na época que eu comprei, com certeza foi a melhor compra que eu poderia ter feito. 
:: sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Liberdade de Expressão O mundo anda ficando cada vez mais politicamente correto.
Se antigamente personagens de desenhos animados como Tom & Jerry, Popeye, Mickey Mouse, Pica-pau e outros apareciam nas telas fumando e bebendo, isso parece absurdo nos dias de hoje.
A propaganda principalmente dos cigarros e bebidas é cada vez mais restrita, e não vemos mais marcas como Marlboro, Camel, Hollywood e John Player Special estampadas nos carros de competição.
Bom para a saúde da população, que também cada vez mais está consciente que racismo e discriminação por causa da opção sexual, religião, nacionalidade ou ideologia político-partidária são crimes.
Até as piadas sobre minorias já não são mais tão ouvidas. Perderam a graça.
Um negro é o presidente dos Estados Unidos. Um índio é o mandatário da Bolívia. Mulheres governam Argentina, Chile e Alemanha, entre outros. No Brasil, um ex-operário e sindicalista é o chefe maior da nação.
Nas novelas e nos seriados de televisão, as chamadas minorias são mostradas. Em House, na equipe médica há um deficiente físico, uma bissexual, um negro, um judeu e um australiano, fora o indiano que saiu na última temporada (foi trabalhar, na vida real, com Obama). Já em Glee, esteriótipos de todos os tipos: latino, asiático, negro, cadeirante, gay, atleta burro, loira burra, judeu...
Isso é muito bom para mostrar que todos somos iguais, ajudar a acabar com preconceitos bobos que insistem em existir na sociedade. De alguma forma, ajuda nos direitos humanos.
Daí que o presidente do Brasil (o ex-operário) e seus ministros (alguns ex-terroristas) decidem lançar um programa pelos direitos humanos no país.
Na teoria, nada mais justo. Ideias boas e "modernas", como a descriminalização do aborto e a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
Mas em compensação, há pontos absurdos no tal plano, como uma espécie de impedimento à justiça para retomada de terras agrárias invadidas (um benefício ao MST, que em qualquer outro país seria classificado também como um grupo terrorista) e o pior: restrição à liberdade de imprensa. Uma espécie de volta à censura? Num plano de "direitos humanos"?
Um dos maiores patrimônios da humanidade, e um dos vértices da democracia é justamente a liberdade de expressão, e ela não pode de maneira nenhuma ser restringida sob o pseudo-título de "proteção dos direitos humanos".
Particularmente não gosto do governo atual, mas não sou burro de negar os benefícios que o mesmo tem feito ao País, apesar das falhas e dos escândalos de corrupção. Entretanto, esse lado "chavista" de Lula e seus aliados assusta.
Em Cuba e na Venezuela os regimes de esquerda são ferrenhos contra a livre expressão. E eu acho que ninguém quer isso para o nosso País.
Direitos humanos, sim. Mas para todos. 
:: quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
E se eu tivesse ganho a Mega-Sena No último dia do ano passado, a "Mega-Sena da Virada" pagou o maior prêmio da história das loterias no País. Foram 145 milhões de reais de prêmio, distribuídos entre dois ganhadores, um de Brasília (que gerou a dúvida se não seria algum político) e outro do interior de São Paulo. 70 e poucos milhões pra cada um. Com essa grana, se deixar paradinha na poupança, dá uns 300 mil reais de rendimento por mês. Quase 700 salários mínimos (ou o salário de um bom jogador como, sei lá, o Rogério Ceni). Já que eu não ganhei mesmo (na real, não acertei nenhum número nos 4 bilhetes que fiz!), dá pra contar os planos que eu tinha feito se tivesse ganho pelo menos uns 10 milhõezinhos da bolada: 1º- antes de qualquer coisa, quitaria todas as dívidas da família: financiamento de carro, casa, carnês em geral, etc; 2º- criava uma produtora pra produzir profissionalmente e colocar o Rock Gaúcho na TV em uma emissora de maior alcance e prestígio, assim como lançar coletâneas e álbuns das bandas novas, que não tem apoio nenhum; 3º- tirava umas férias de verdade, passando umas 3 semanas conhecendo lugares que sempre quis visitar, Portugal, Espanha, Itália...; 4º- entrava em contato com instituições sérias, como a AACD, APAE, Lar Santo Antônio, pra ajudar no que eles precisassem; 5º- compraria um apartamento bacana, tipo cobertura, mas aqui na Zona Sul de Porto Alegre, que é o meu lugar; 6º- gravava e lançava, depois de 12 anos, o CD do Projeto Ladislau; 7º- alugaria um camarote no Beira-Rio, pra poder ver os jogos bem acomodado e levar os amigos; 8º- continuaria trabalhando, mas nunca mais atenderia o telefone nas férias ou fora do horário de expediente, muito menos voltaria de férias para ir à empresa ter uma reunião. Isso seria o básico, mais que isso nem dá pra pensar. Não ganhei mesmo.  
:: segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
3G no Litoral Há exatamente um ano eu tinha minha experiência frustrante com o modem 3G da Brasil Telecom (hoje Oi) do meu irmão em Tramandaí. Era um quebra-galho, no máximo, com velocidade sofrível. Pois bem, para esse verão, resolvi eu mesmo adquirir um modem na minha operadora (Vivo) para os meus momentos no litoral. Usando os pontos que eu tinha no programa de fidelidade da operadora, comprei por 50 reais o modem, da marca Huawei (que nunca tinha ouvido falar) e assinei o plano ilimitado (na promoção dos 3 primeiros meses por R$39.90). Chegando ao litoral, resolvi testar o modem. E descobri que existe banda larga móvel de verdade. No feriado do ano novo, a exceção, com a conexão instável. Mas nos outros dias, velocidades constantes entre 300 e 2000kbps. Bem diferente do conseguido com o equipamento do meu irmão. Em tempo, ele continua com o mesmo modem e mesmo plano do ano passado. Fomos testar para ver se a BrT/Oi havia, de repente, melhorado a sua infraestrutura no litoral gaúcho e... surpresa! Conseguiu ficar ainda pior! Conexão instável sempre, velocidades sofríveis. Acabei compartilhando a conexão via wi-fi para os meus irmãos usarem, e todo mundo navegando via 3G da Vivo na praia. A velocidade, inclusive, bem razoável para navegar em vídeos do YouTube e eventualmente baixar algum arquivo. Me surpreendi positivamente com a Vivo. Acho que antes de mais nada, é sinal de qualidade e de respeito com o consumidor gaúcho. 
:: domingo, 10 de janeiro de 2010
Ainda sobre carros no Brasil Volta e meia alguém "nota" e comenta que os preços dos carros aqui são (muito) maiores que nos EUA, Europa, Japão, e mesmo nos latinoamericanos México e Chile. Daí a primeira coisa que falam é "aqui tem muito imposto". Já disse isso aqui, mas também já foi comprovado por matérias de várias revistas que não são só os impostos os culpados pela diferença absurda. A margem de lucro aqui é a maior do mundo. Por isso toda montadora quer vir para cá. Tanto que a GM estava quebrada na Europa (Opel) e nos EUA, mas no Brasil dando lucros absurdos. Porquê? Óbvio: porque aqui o lucro é muito maior. Peguei o exemplo da GM porque aqui em casa gostávamos dos carros deles, até o final da década de 1990. Eu tive um Kadett (94) e um Corsa (98), meu irmão um Corsa (96), meu pai um Corsa (00) depois um Vectra (97). A qualidade dos Corsas era muito superior à vista hoje no Celta (puro plástico), que é baseado no antigo Corsa. Os motores da GM - e que equipam também os Fiat 1.8 - são os mesmos de 20 anos atrás. Quem tem hoje um Corsa (ou Palio, Punto, Dobló...) com motor 1.8 tem basicamente o mesmo motor de um Monza 1988 (melhorado, mas não muito). A qualidade caiu visivelmente (o acabamento dos Monzas, Vectras, e mesmo mais antigamente, dos Opalas, é muito superior ao de hoje em dia), investimentos em pesquisa e novos modelos foi baixo (a GM lançou o Agile depois de vários anos sem lançar nada) e os preços subiram. Mais margem de lucro. O brasileiro engole qualquer coisa. O argentino não é muito diferente, mas já tem opções melhores e mais baratas. Em compensação o chileno tem o que há de mais moderno em veículos (nem falei em eletrônicos - mas um Playstation 2 custa mais de 800 reais no site da Sony!) por preços mais justos. Também volto a falar sobre um carrinho a qual sou simpático. Um jipinho da Suzuki, o Jimny, custa no Chile o equivalente a 28 mil reais. Nada muito absurdo, apesar de ter motor 1.3, ele tem tração 4x4 e é completinho. Aqui custa pouco mais que o dobro, 56900 reais. Vale isso? Com certeza não são só os impostos. Enquanto isso, no México, se vende o Honda City fabricado no Brasil por menos da metade do preço praticado aqui. E mais completo. Não. Definitivamente não são só os impostos. 
:: quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Mensagem de Ano Novo Final de ano é tempo de reflexão e de renovação. É hora de planejar o ano novo que se inicia, de se traçar objetivos, sem limites, até porque a utopia nos faz caminhar. Que neste próximo ano, possamos exercitar mais a tolerância, o respeito e o carinho para com as possíveis e por vezes necessárias diferenças, falhas e erros tanto nossos como dos outros. Que nos permitamos ser melhores filhos, amigos, pais, irmãos e cidadãos. Enfim, que possamos no amanhã nos tornarmos melhores e mais evoluídos seres humanos do que somos hoje e certamente, do que fomos ontem. Então, que tu, e teus próximos, tenham um ótimo 2010, Com tudo de bom, paz, alegria e sucesso. Abraços e Beijos!  
Retrospectiva 2009 É, 31 de dezembro, mais um ano que termina. E com saldo positivo, graças à Deus. Foi um ano agitado, corrido, com muito trabalho, bons e maus momentos. Mas foram mais bons do que maus momentos, e é isso que importa. Em 2009 realizei algumas aspirações, como andar de avião, trocar de carro, me formar na pós-graduação e trocar meu antigo celular por um smartphone. Algumas ideias que eu tinha, como de fazer uma viagem de férias, trocar de moto e ser promovido no trabalho. A viagem foi porque não rolou mesmo, a moto foi porque além do mercado não lançar nada de interessante pra mim, além do que eu gastei mais na troca do carro que o previsto, e quanto à promoção, foi porque a minha empresa continua sem um plano de cargos e salários, logo, ninguém foi promovido. Ganhei amigos, mas também perdi. Amei, fui amado. Possivelmente decepcionei pessoas, assim como pessoas também me decepcionaram. Vi as finais do Gauchão, da Copa do Brasil, da Recopa e mais a última rodada do Brasileirão no Beira-Rio. Mas foram só os títulos do Gauchão que vieram, nos demais, 3 vices no ano do Centenário Colorado. Mas comparando com outros clubes que fizeram fiasco no ano do seu centenário, até que não foi ruim, pelo contrário. Em 2010, o Inter volta pra Libertadores e lá estarei no Beira-Rio novamente. O Rock Gaúcho na TV, mesmo sem patrocínio se firmou como um palco para as bandas gaúchas, principalmente as independentes, se mostrarem na mídia. Até apareci no Fantástico neste ano que termina. Voltei para a academia, doei um computador para um guri que meu colega ajuda, comprei um videogame (o XBox 360 que eu estava namorando desde o final de 2008, tratei os meus joelhos, ajudei na inclusão digital deixando meu notebook antigo para a minha mãe, coloquei aparelho nos dentes novamente depois de 15 anos, troquei a linha telefônica e a conexão ADSL lá de casa da Brasil Telecom para a GVT. Enfim, foi um ano cheio. E um ano bom. Que 2010 seja ainda melhor, com mais coisas boas e menos coisas ruins.  
:: segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Burgman 200 no Brasil Esse boato já existe desde que lançaram a 125, quase 5 anos atrás.
Quando eu comprei a minha em outubro de 2006, o vendedor já falava "começo do próximo ano ela chega"... e veio 2007, 2008, 2009... e está chegando 2010. E nem a 125 mudou, quanto mais a Suzuki (J. Toledo) lançou algo novo no país.
Várias revistas já "previram" o lançamento da Burgman 200 no Brasil.
Bom, mas na prática se viu que não vai rolar.
Em tempo, as motos vendidas pela J. Toledo ou são de baixa cilindrada feitas na China (AN, EN e GN125, vulgas "Burgman", "Yes" e "Intruder") ou são de alta cilindrada mas modelo defasado no exterior (todas as outras).
Como não fabricam Burgman 200 na China, nem tampouco devem existir modelos de anos anteriores sobrando para mandar para cá, logo, não virá, ao menos enquanto a Suzuki não estiver com presença real no Brasil (a J. Toledo é apenas uma representante que monta motos em território nacional, não "fabrica" nada). 
:: quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Natal Mensagem de Natal normalmente é sempre a mesma coisa. Papais-noéis, árvores, estrelas-cadentes e assemelhados brotam do nada estão por tudo à nossa volta: ruas, casas, lojas, sites, e-mails. Mas Natal não é só isso, só Papai Noel e presentes. É final de ano é por tradição, tempo de reflexão e de renovação. Mesmo que muitas coisas não mudem, nem tenham como mudar. Mas é hora de planejar o ano novo, de se repensar o que se fez nesse 2009, e o que se pode melhorar para o ano que vem. E também, claro, hora de desejar a todos, e principalmente a quem se gosta, tudo de bom. A utopia aquela, de que o mundo seja mais justo e a vida mais alegre. E que este desejo seja cada vez menos utópico e sim, mais real e consistente. Logo, independente da religião, Natal é vida. E isso é fato. Então, a todos, um ótimo Natal! Muita paz e sucesso na busca dos objetivos, e que estas sejam sempre para o bem. Abraços e Beijos!  
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