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:: segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Bla bla bla 4
[texto sendo redigido ainda. acho]



Bla bla bla 3
[texto em análise]



Bla bla bla 2
[texto em aprovação]



Bla bla bla
[texto não aprovado ainda]


Piscianos
Sou pisciano.

Como Chuck Norris, Bon Jovi, Sharon Stone, Spike Lee e alguns dos meus melhores amigos.

Achei esse texto e resolvi compartilhar. Faz muito sentido.


Peixes é um signo místico, é o signo do desapego, da espiritualidade , dizem até que quem é de peixes, será a última vez que vem ao mundo, porque é a ultima encarnação. Traduzindo: Este é o signo da "viagem".

Eles têm seu mundo interno, cheio de fantasias em todos os planos e quando a coisa não tá boa (quase sempre), eles nadam para lá, e não há quem os tire.

Se o pisciano souber canalizar sua incrível intuição e sua sensibilidade, ele consegue captar o que está em volta e com isto, sentir o ambiente, se adaptar e crescer e fazer a diferença.

Porque quando um pisciano resolve ser brilhante, colega, detona até o mais animado leonino. Mas o problema é quando resolve… E SE resolve…

Como é um signo que se sacrifica numa boa pelos outros, as vezes o pisciano se esquece dele mesmo - e lá se vai a vida prórpria.

É o signo do povo da noite, do "lado b". Deve evitar ao máximo o alcool, as drogas e a prostituição (ou seja, tudo que traz o alívio momentâneo para as dores do dia a dia).

Muitos artistas plásticos são piscianos.
Muitas pessoas que trabalham com música são piscianos.

Os homens deste signo, tem uma certa fragilidade que a mulherada com síndrome de mãe não resiste, leva para casa e quando vê, tá sustentando um marmanjo de 40 anos.
Se um pisciano te pega em uma época carente, fudeu. Você fará tudo por ele.

E como chora este signo, chora e se sacrifica pela família, faz o trabalho dos outros e toma na cabeça mas não aprende.
Não sabe dizer não.
Não sabe dizer não.
Não sabe dizer não.
Não sabe dizer não.

E só para reforçar…

Não sabe dizer não.

O pisciano teria que ter um caderno em casa onde deveria escrever 100 vezes ao dia:
"Devo aprender a dizer não…"

A criatividade deles é incrível, então criam heróis, situações loucas, nuvens laranjas, sóis azuis e lagos cor de ouro… Meio lisérgico, até.

As mulheres deste signo, tem feminilidade extrema, e conseguem seduzir com o doce olhar e o aspecto de donzelas…

São amantes perfeitas..
Com aquele olhar de "songa monga", elas vão longe…

E reclamam da vida,viu?
Porque adoram se sentir vítimas da situação, da vida, do contador, de você do filho que ainda não nasceu.

Adoram sofrer…
E amam misticismo.
Piscianos…cuidem do psicológico e da cabeça…



:: quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Censura? Tá errado!
Tonho Crocco, mestre da música, fez um som criticando o aumento dos salários dos deputados estaduais aqui do RS no final do ano passado, aumento de mais de 70%.

Daí agora o Tonho tá sendo processado.

O som é esse:


Liberdade de expressão é um direito constitucional. A censura é proibida desde 1985. Ou ao menos era pra ser.

#ForçaTonhoCrocco



:: segunda-feira, 25 de julho de 2011

Amy e a hipocrisia
Daí que a Amy Winehouse morreu. De overdose, dizem.

Então, de uma hora pra outra, todo mundo virou fã.

Gente que ouviu falar, que só conhecia "Rehab" pelo "no, no, no" de repente estavam chorando, dizendo que era a melhor de todos os tempos, fizeram todo um auê e tal. Tá errado.

A grande maioria nunca foi (nem quis ir) em show, assim como jamais comprou discos (ou downloads oficiais). Se se diz fã, que, pelo menos, conhecesse a obra dela (que nem foi tanta assim).

Fora o fato de que, depois que morre, todo mundo vira "santo". Não importa se a pessoa se autodestruía, se tinha sérios desvios de conduta. Tudo passa.

Se Piquet tivesse morrido nas pistas, seria o maior de todos, e não Senna. Se fosse, sei lá, o avião do Araketu que tivesse caído, e não o dos Mamonas, eles seriam cultuados.

Agora o mais chato do episódio foi a encheção de saco com a "maldição dos 27", que vários artistas teriam morrido com essa idade (a maioria dos citados se matou). Poxa, tem gente que morre com 15, 20, 25, 40, 61 anos. Coincidência. Nada mais.

Outra frase estúpida repetida em relação ao caso:
"os bons morrem cedo". Se fossem tão bons, não tinham se matado, não?



:: sábado, 2 de abril de 2011

Motos e um trânsito melhor
Todo mundo fala em resolver o problema do trânsito nas grandes cidades, em especial aqui em Porto Alegre e tal.

Vários apontam o transporte coletivo, mas a frota urbana é pouca e não oferece conforto nem precisão nos horários. O metrô é um sonho, que, se não tão distante, é cada vez mais pontual. Vai ajudar, mas não vai resolver o problema.

Outros apontam o uso das bicicletas. Mas a ferocidade dos motoristas da Capital gaúcha, vide casos recentes (Golf preto e Tempra branco provocam arrepio em quem anda de bile), assusta e afasta possíveis usuários, fora os problemas de falta de ciclovias, de lugares para estacionar as bicicletas e também de longas distâncias que inviabilizam o uso para o trabalho ou o estudo de quem mora mais afastado.

Mas ninguém fala das motos. Uma moto em média consome 1/3 a 1/4 do combustível de um automóvel. Ocupa cerca de 1/5 a 1/6 do espaço, e leva a quantidade de passageiros média de um carro: entre um e dois.

Países da Ásia são conhecidos pelo uso massificado de motos, jeito de driblar a falta de espaço e o excesso de gente daquelas terras. Na Europa, é cada vez mais comum o uso de motos também, em especial de scooters, que por terem câmbio automático, espaço embaixo do banco e ainda deixarem as pernas livres, são muito utilizadas até por executivos e mulheres em geral.

E porque aqui não se cogita o uso das motos como meio de ajuda para o trânsito cada vez mais pesado?

Há até um preconceito contra os motociclistas. As pessoas te olham com cara estranha, o cidadão quer ser amigo do trânsito e passa por marginal. Certa vez, parei ao lado de um carro num semáforo à noite e a senhora arrancou o carro no sinal vermelho, apavorada, quase causando um acidente. Eu posso não ser um cara bonito (apesar que minha mãe me acha lindo) mas agora para bandido não sirvo, ainda mais num scooter de 125cc.

Uma coisa que acredito ser real é que a maioria das pessoas que não usa moto tem inveja da mobilidade, mas tem medo. A palavra certa é medo, e não medo de não saber andar na moto, nem de ser assaltado em cima dela, e sim, medo de não ter a carapaça de aço protegendo. Grande parte dos motoristas que se acham "braços", não dariam nem para o começo em uma simples corrida de kart. Se sentem seguros dentro dos seus carros, cada vez maiores (vide vendas das SUVs) literalmente para "tocar por cima" de quem os incomode (e aí vem a lembrança dos casos contra os ciclistas, onde literalmente os motoristas/maníacos "tocaram por cima").

Essa massa de motoristas que tem medo e inveja das motos sabe que se estivessem no comando de uma não poderiam fazer as cagadas que fazem no trânsito com seus carros, sob risco de perder a vida. A moto ensina quem a pilota a ter cautela, afinal, não há muita coisa te protegendo, além do capacete e da roupa. Tu te tornas o próprio para-choques e o chão, o teu air-bag.

E dai entra outro adjetivo para quem não gosta de moto: preguiça. Preguiça de ser mais cauteloso no trânsito, de respeitar os outros, ser mais coletivo e menos individual, mesmo em um veículo quase que individual. É cômodo estar em um carro, com o ar ligado, falando no celular, retocando a maquiagem, tirando meleca do nariz, olhando pro GPS, curtindo um som…

Assim como os carros, há motos de todos os estilos: poplars, off-road, pseudo-off-road, esportivas, pseudo-esportivas, de luxo, estradeiras, até moto com sistema de som e com air-bag.

Para os mais ecológicos ainda, há uma variedade de motos elétricas. Simples e práticas para o dia-a-dia, que não requerem manutenção e nem combustível.

Mas é uma questão de cultura, de se perder o preconceito, deixar a zona de conforto e, principalmente, esquecer o orgulho bobo e ridículo de achar que alguém é melhor que outro no trânsito.



:: segunda-feira, 14 de março de 2011

Falando de futebol
Agora, além de escrever aqui sobre coisas genéricas e também no Tecnozilla sobre tecnologia, dá pra ler textos meus sobre futebol no Segue o Jogo.

www.segueojogo.com




:: terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O susto na Burgman
Daí que na sexta-feira passada, saí de casa com a moto (uma Burgman 125 06/07 com 12500km rodados) pra ir ao trabalho, andei pouco mais de 1km e parei num semáforo.

De repente, senti um cheiro de gasolina, achei que era do Chevette que estava do lado.

Quando abriu o sinal, uma lotação que estava atrás buzinou forte e o motorista me avisou: "magrão, te liga, tá vazando".

Olhei pra trás e a gasolina jorrava no chão. Pior, bem em cima do cano de descarga.

Desliguei o motor, empurrei pra calçada e a cachoeira de gasolina não parava.

Então empurrei a moto pra casa de volta, no sol do meio-dia e lomba acima. Deixando um rastro perigoso de combustível.

Quando cheguei em casa, cansado, depois de quase meia hora, parou de vazar. O tanque, que eu tinha enchido na quinta de noite, já tinha esvaziado. 8 litros de gasolina (premium da Ipiranga) foram jogados fora.

Ainda não consegui tempo para ver o que é o problema, mas tenho quase certeza que a mangueira do tanque pro carburador deve ter soltado (ou arrebentado).

Vi em fóruns que já aconteceu com mais pessoas algo parecido. Mas, a oficina que eu fiz a revisão (a menos de um mês e menos de 500km) não devia ter visto isso? E isso que eu tinha elogiado os serviços da Red Line...

O susto foi grande, pois se o motorista da lotação não tivesse avisado, não teria olhado pra baixo e pra trás, e além de poder ficar sem combustível, como jorrava em cima do escapamento quente, era possível que minha Burgman guerreira tivesse incendiado.

Tenso.



:: sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Rock Gaúcho na TV
Opa. Eu por aqui de novo.

Pra dizer que agora tem Rock Gaúcho na TV todos os dias.

Tem que ver na grade da programação da emissora os horários. Mas tanto pra audiência de Porto Alegre, que vê pela PoaTV, quanto pro pessoal de Joaçaba, que vê pela TV Cidade, tem programa de segunda a segunda, com os horários principais na sexta à noite.

E hoje estreia o programa novo, o segundo especial de verão 2011, com clipes da Fresno, Tequila Baby, Reação em Cadeia, Pupilas Dilatadas, Juliett Rose, Elo Crucial.

Horário de sempre na PoaTV: 20 horas. Na TV Cidade é às 23:30.



:: quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Primeiro post de 2011.
E as primeiras linhas aqui em 2011 são sobre algo que me impressionou (negativamente) justamente na virada de ano: a total falta de infra-estrutura do litoral gaúcho.

Como de costume, estive em Tramandaí na passagem de ano. E cada vez mais tem gente naquela cidade litorânea, que já foi simpática e acolhedora.

Porém, Tramandaí não evoluiu quase nada nos últimos 20 anos. E o número de pessoas se multiplicou absurdamente. E com elas, os carros.

Também é meu hábito visitar a casa de amigos na virada, onde sempre rola festa de Reveillón. A distância para onde eu estava: 1600 metros. O tempo que eu demorei, saindo à uma da manhã: 42 minutos. Tenso.

Mais tenso que o engarrafamento era o caos armado na avenida Protásio Alves, a "avenida da Plataforma", uma das principais da cidade. Carros estacionados nos dois lados de cada pista, em cima dos canteiros, e inclusive nos cruzamentos, impedindo o acesso às ruas perpendiculares. Gente nas ruas pulando, bebendo, vandalizando, brigando. E a Brigada Militar, com efetivo minúsculo, para não dizer ridículo, tendo que fazer uma "vista grossa" enquanto toda a barbaridade acontecia na rua.

Até chegar na casa dos meus amigos, estive tenso no trajeto, cuidando para não bater nos carros estupidamente mal estacionados, para desviar das pessoas, incluindo grupos que pareciam gangues e insistiam em andar no meio da já superlotada avenida, e tentando achar uma esquina que não estivesse interditada para fazer a conversão.

Mesmo na volta da festa, mais de 6 horas da manhã, haviam carros estacionados a bangu, além de dezenas de pessoas bêbadas jogadas nas calçadas.

No dia seguinte, sábado, fui levar minha irmã e meu primo ao Skooba, em Imbé.Um trajeto de pouco mais de 6 km. Sabendo que Imbé, assim como Tramandaí, também deveria estar lotada, fui por ruas secundárias até onde deu, perto da ponte que separa as duas cidades, e chegando em Imbé, fiz o mesmo até chegar na avenida que leva ao Skooba.

Pois não adiantou muita coisa, e a situação na avenida Beira-Mar de Imbé também era caótica, com a diferença que havia apenas UM brigadiano, que nem se importava com os motoristas que bebiam dirigindo, com os carros estacionados na calçada e outras coisas que tu acha que não podem ser reais.

Larguei eles lá e voltei pra casa. Tempo do trajeto, de menos de 13km: uma hora e quarenta e cinco minutos. De tensão.

Antes que alguém afirme que eu esteja velho, afinal, faço 31 mês que vem, a verdade é que Imbé e Tramandaí pararam no tempo. Nada mudou na infra de 10, 12 anos atrás, quando eu ia a pé com os meus amigos até o Centro de Tramandaí e também Imbé à noite. Só que hoje há, no mínimo 5 vezes mais pessoas e carros. E o que já era cheio, hoje é o caos.

Em conversa com estes amigos, quase um consenso que Tramandaí em épocas de pico não dá mais. E imagino que outras praias grandes, como Capão da Canoa, Torres e mesmo Cidreira não estejam diferentes. As prefeituras gostam que tenha bastante movimento, movimentem a economia da cidade e tal, mas ao mesmo tempo, onde vai esse dinheiro? Na infra-estrutura que não é, prova disso foram as faltas de água e luz no feriadão do ano novo, sem mencionar as ruas pequenas, estreitas e esburacadas.

Não dá vontade de ir pra praia, a real é essa. E Porto Alegre fica muito melhor com menos gente.



:: quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Retrospectiva 2010
Sei que faz horas que não escrevo aqui. Mas isso eu resolvo no ano que vem.

Por enquanto, fica uma retrospectiva desse ano de 2010:

Em 2010:
- Tirei uns dias de férias e fui pra Tramandaí;
- Paguei o pedágio da freeway só com moedas de 10 centavos;
- Usei direto o N95 pra acessar a internet, em especial e-mail, twitter e facebook;
- Passei oito dias em Londres em fevereiro, numa indiada que saiu relativamente muito barata;
- Trabalhei por mais de 8 horas por dia em todos os 31 dias de março;
- Aumentei a minha coleção de Hot Wheels, sendo que vários ganhei de presente;
- Comprei mais de dez camisas de futebol, sendo duas do Inter, e agora beiro as 140;
- Editei muitos programas do Rock Gaúcho na TV, sendo que com o estúdio novo da PoaTV, pude enfim usar Chroma Key;
- Conheci muita gente legal e reencontrei gente que não via há 5, 10 ou até 15 anos;
- Troquei a tv do quarto por uma de LCD;
- Assisti vários jogos do Gauchão e do Brasileirão, e 6 dos 7 da Libertadores no Beira-Rio;
- Chorei assistindo House, Glee, e o bi da Libertadores;
- Troquei os cartões dos bancos pelos modelos com chip, e um dos bancos deu o leitor de brinde;
- Andei bem menos de moto do que eu poderia e gostaria, sendo que ela atualmente tá sem bateria;
- Passei o ano inteiro solteiro, o que tem seus lado bom e ruim;
- Fui no show do ano em Porto Alegre, do Paul McCartney no Beira-Rio;
- Comecei a escrever no Tecnozilla;
- Tomei um susto grande, com o acidente de carro da minha irmã;
- Trabalhei no lugar da minha irmã por uma semana;
- Assisti Tropa de Elite 2 na pré-estreia;
- Mandei o carro pra primeira revisão;
- Usei muito as mídias sociais;
- Passei a assinar Sky, e achei um bom custo/benefício;
- Voltei a dar palestras, uma no Fórum de Software Livre e outra em jornada da Softsul;
- Torci pelo Dunga na Copa, mas não deu;
- Fui no Salão de Motos do RS, como tenho feito todos os anos;
- Trabalhei em projetos importantes e tive o meu trabalho elogiado;
- Visitei regularmente a dentista, e O aparelho visivelmente tem modificado a minha arcada;
- Continuei sem promoção na empresa (como todos por lá);
- Troquei de lugar do futebol de sábado, e agora atravesso a cidade pra bater minha bolinha;
- Fiz 7 meses de academia, em dois lugares diferentes, e nenhum me agradou plenamente;
- Tomei outro susto com meu pai, mas foi apenas um grande susto;
- Comprei vários jogos de XBox, e não gostei da metade;
- Mudei minha opinião sobre o iPhone;
- Fui ao Oriente Médio e vi o Inter perder para o Mazembe e ser terceiro no Mundial;
- Descobri que as aeromoças da TAM são muito melhores que as da Lufthansa, mas os pilotos da companhia alemã pousam muito mais tranquilamente;
- Visitei duas cidades na Alemanha, Munique e Frankfurt, as duas com muita neve;
- Estive no parque da Ferrari em Abu Dhabi e andei na montanha russa de 240km/h;
- Compareci no show dos Guns n Roses em Abu Dhabi;
- Comprei uma câmera digital nova, um tripé alto e um controle extra pro XBox;
- Não pude estar presente na formatura de Medicina do Adriano e do Cris, nem no aniversário do meu sobrinho e da minha madrinha;
- Cortei o cabelo no penúltimo dia do ano, no Corte Zero do Praia de Belas, igual ao ano passado;
- Não tive nenhuma lesão séria em virtude do futebol.

E quase tudo isso foi relatado com detalhes aqui e/ou no Twitter.

Foi um ano corrido, mas em resumo, um bom ano.

Que tenham só (e ainda mais) coisas boas em 2011.

Obrigado a todos que passaram por aqui e até o ano que vem!

Feliz Ano Novo, saúde, paz, felicidade e tudo de bom!



:: sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Rock Gaúcho na TV
Nesta sexta tem a estreia o programa 64 do Rock Gaúcho na TV. A banda convidada da vez foi a Infútil, em um bate-papo gravado no estúdio da Marquise 51.

Além de falar sobre sua história e projetos, a banda toca uma música ao vivo no estúdio, em vídeo exclusivo para o programa.

Também no programa vídeos das bandas Velocetts, Dois Oito Oito, Véspera, Oh! e The Rock Legs.

Tudo isto no horário de sempre, a partir das 20h, na POA TV (Canal 6 da NET/Porto Alegre ou pelo www.poatv.org).



:: segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Um Beatle em Porto Alegre
O título ficou clichê. Mas o que falar?

Podia dizer que chegamos às 5 da tarde, ficamos 15 minutos para achar o fim da fila e mais 45 minutos até conseguir entrar no estádio, onde nos colocamos perto do placar eletrônico do Beira-Rio.

Podia dizer que não entendi o que era um DJ junto com um cara no saxofone e outro na guitarra fazendo uma abertura estranha. De longe, parecia que eram os caras da banda dublê. Meio sem sentido, pareceu.

Podia dizer que Sir Paul começou o show com menos de 10 minutos de atraso, num Beira-Rio lotado com mais de 50 mil pessoas, que inclusive fizeram por várias vezes a "ola".

Podia dizer que Paul é o maior showman vivo da atualidade, passando um carisma impressionante.

Podia dizer que a produção foi algo sensacional, com os telões de alta definição permitindo ver bem o show mesmo a mais de 100 metros de distância, onde eu estava.

Podia dizer que a banda do Paul está a altura do eterno Beatle, com destaque para o baterista, um simpático gordinho.

Podia dizer que espero chegar aos 68 anos com a vitalidade de Paul, que fez um show de quase 3 horas com uma botinha de salto e não tomou sequer um gole d´água.

Podia dizer sem nenhuma vergonha que não conhecia algumas das músicas da carreira solo do Paul, assim como grande parte da plateia.

Podia dizer que o show teve vários momentos de arrepiar, como o Give Peace a Chance e Something (onde Paul usou um ukulele e não um cavaquinho como alguns falaram).

Podia dizer que ver 50 mil pessoas cantando Obla di, Obla da foi algo lindo.

Podia dizer que chorei no lá menor de Let It Be (C G Am F), e que chorei mais ainda em Live and Let Die, a apoteose do show, e também no emocionante Hey Jude.

Podia dizer que depois do Nanana de Hey Jude estava mais que satisfeito, mas ainda teve um primeiro bis com Day Tripper, Lady Madonna e Get Back.

Podia dizer que chorei de novo com Yesterday no segundo bis. E que se acabasse ali, já teria sido algo maravilhoso. Mas ainda teve Helter Skelter, Sgt. Pepper e The End.

Podia dizer que Paul falou "Mas bah, tchê", "Tri legal" e "Ah, eu sou gaúcho".

Podia dizer que foi emocionante a festa naquele local onde nos últimos anos eu vi o Inter ser duas vezes campeão da Libertadores, campeão da Recopa, campeão da Sul-Americana e títulos de Gauchão com vitórias por 8 a 1 nas finais.

Podia dizer tanta coisa, ou simplesmente dizer que o Paul é foda.

Mas prefiro dizer apenas que Sir Paul McCartney esteve em Porto Alegre, no estádio do meu time. E eu tive o privilégio de estar lá.


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