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:: sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Rock Gaúcho na TV Hoje tem a estreia do Rock Gaúcho na TV número 60. Nesse programa, uma matéria que o Diogo gravou com o Nenhum de Nós, que fez show recentemente no Largo da Epatur, aqui em Porto Alegre. A banda dispensa apresentações, sendo um dos nomes mais populares do rock no estado desde os anos 1980. Também no programa, clipes das bandas Take One, Fighter, Sociedade Bico de Luz e Rock Legs. No horário de sempre, 20 horas no canal 6 da NET em Porto Alegre. Ou 23:30 no canal 21 da NET em Joaçaba/SC.  
:: sábado, 21 de agosto de 2010
Um pouco de eleições Campanha eleitoral rolando solta por todo o país.
Milhares de candidatos a cargos públicos inundam os meios de comunicação. Rádio, TV, propagandas na internet (seja em sites de campanha ou perfis em redes sociais), cavaletes nas ruas (o que eu acho desnecessário e perigoso)...
Enfim, todos querem os nossos votos, para presidente, governador, senador, deputado estadual e deputado federal.
Incluindo figuras que nunca tiveram experiência nenhuma em política ou mesmo em administração de qualquer coisa. Ex-jogadores de futebol, modelos, atores, cantores. Todo mundo quer uma "boca".
Primeira coisa que eu penso estar errada é a falta de critério para a pessoa se candidatar. A única coisa que a lei exige é a idade mínima e a "ficha limpa". O que não é NADA pensando que são cargos da mais alta importância nos âmbitos estadual e federal.
Qualquer cargo público deve ser preenchido por concurso, como prega a Constituição. E mesmo para cargos como servente e gari se exige uma escolaridade mínima. Porque então para se comandar um estado ou um país não se exige nada?
Sem estudo, que exemplo dar para os jovens? Vai dizer pra criançada algo como: "se vocês não estudarem, só vão ser alguém na vida se forem jogadores de futebol ou políticos"?
Claro que vivemos em um país subdesenvolvido, e seria ridículo exigir diploma de curso superior, mas, pelo menos um ensino médio, que na pior das hipóteses, pode ser feito por adultos em cerca de um ano com o EJA (antigo supletivo).
O que não pode é termos pessoas em altos cargos públicos, tomando decisões importantes para todos nós, que não tenham um conhecimento básico.
Outra coisa que não acho correta é a obrigatoriedade do voto. Poxa, é uma democracia, somos um país livre. Então, deveria votar só quem quisesse. Quem não quiser comparecer às urnas, que seja um direito. O voto em si tem que ser um direito, e não uma obrigação.
Para terminar, acredito que todos os partidos, independente das posições ideológicas, pensa (ao menos em teoria) em fazer o melhor para o povo. Cada um do seu jeito, mas o objetivo básico é comum. Pelo menos deveria ser.
Então, eu particularmente não me importaria com quem fossem os eleitos, desde que estivesse garantido que seria melhorados a Educação, a Saúde e a Segurança do Estado e do país.
E que isso fosse feito reduzindo os impostos, pois temos uma carga tributária absurda, que beira o bizarro e faz o brasileiro pagar muito mais nos mesmos produtos que a maioria dos países, mesmo com as pessoas aqui ganhando (bem) menos.
O problema é que isso, infelizmente, é uma utopia. 
:: sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Um ano do sedã coreano No dia 6 de agosto, completou um ano que eu troquei de carro, saindo dum hatch 1.0 para um sedã com motor 1.6 e câmbio automático.
Doze meses e 8500 km depois (sim, eu rodo pouco, e praticamente dentro da cidade), o que eu tenho para dizer é que estou muito satisfeito com a compra.
O consumo nesse tempo variou entre 9,2 e 10,5km/l dentro da cidade e entre 13 e 15,5km/l na estrada, o que são valores muito bons para um carro do tamanho dele e ainda com câmbio automático de 4 marchas.
Quem fala que importado dá manutenção cara, bom, até agora o meu gasto com manutenção foi zero. O carro não visitou a concessionária nestes mais de 365 dias comigo. O primeiro gasto que eu vou ter é a planejada revisão dos 10 mil km que, pelas minhas contas, será feita lá por outubro ou novembro.
A renovação do seguro saiu por 1800 reais no Banco do Brasil, provando mais uma vez que é mais barato que muitos modelos nacionais do mesmo porte.
Enfim, se tivesse que dar uma nota para o carro neste ano, seria 9. Não 10 porque em piso irregular ele faz alguns barulhos. Nada que incomode muito, e que certamente vou pedir para olharem na revisão. 
:: quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Bicampeão da América A cidade parou. Prefeitura e Estado liberaram seus funcionários mais cedo, às 4 da tarde. Muita gente igual, nem foi trabalhar. Eu incluso. O jogo era só às 22 horas. Mas às 17:30 foram abertos os portões e em seguida, mais de 20 mil pessoas já estavam acomodadas nas arquibancadas do Beira-Rio. Saí de casa pelas 18:30, mais ou menos. Entrei no estádio por volta das 19 horas, onde conseguimos (eu e o Luciano) sentar no nosso lugar clássico, próximo à marca do escanteio, na arquibancada superior. Meu irmão chegou quase uma hora depois. 20 horas, o tempo parecia não passar e o estádio já estava praticamente lotado. 21 horas, não se viam espaços vazios no Gigante da Beira-Rio. Como não se emocionar com a Ola, que inclusive os torcedores mexicanos acompanharam? Até porque foi no país deles que se inventou essa mania mundial nos grandes estádios. Mais de cinquenta e três mil pessoas no estádio. O que é mais que a população total dos simpáticos municípios de Ivoti e Igrejinha somadas. Como não se emocionar com tanta gente unida com o mesmo objetivo? Cantando em uníssono o hino do Colorado, e depois o Hino Rio-Grandense, e mais tarde ainda o Hino Brasileiro? Começa o jogo, transmitido para sei lá quantos países ao redor do mundo. Primeiro tempo tenso, e, para deixar a história ainda mais dramática, um gol achado pelo time mexicano. Um que outro foguete é estourado por quem torcia contra. O pesadelo de repetir a derrota da final da Copa do Brasil de 2009 em casa se fez presente. Tensão. Volta o time do vestiário com outro gás. Outra vontade. O tesão que o time teve na primeira partida da final aparece, e o gol é questão de tempo. E ele surge, da pontinha do pé daquele que em 2006 já tinha sido herói na final: Rafael Sóbis, o filho pródigo colorado. Mas o time mexicano abusava das faltas e buscava o resultado inédito. Sóbis saiu e entrou Leandro Damião no seu lugar, na sua estreia em Libertadores. Logo em seguida, Damião se choca com Tinga, que sai de campo sangrando. Isso lá era jeito de fazer uma estreia? Só que Damião foi iluminado, e numa arrancada do meio do campo, partiu em direção ao gol mexicano e tocou forte, consciente, na saída do goleiro. Inter 2 a 1. Como não se emocionar com o golaço do Damião? O grito de campeão já queria sair, mas a prudência dizia que era melhor esperar. E a experiência também, na voz de um senhor de aparentemente mais de 70 anos que estava ao meu lado na arquibancada. Mas então estava em campo o predestinado Giuliano, o herói da Libertadores colorada, que numa jogada individual dentro da área adversária fez o seu gol. O sexto dele na competição. Aí, sim, 3 a 1 e o grito de Bicampeão. Como não se emocionar com o gol do predestinado, que garantia e carimbava o título da Libertadores? Final de jogo, os mexicanos ainda descontaram. Mas não havia tempo pra mais nada. O Inter era Bicampeão da Libertadores. Festa colorada no Beira-Rio, no estado, no país e ao redor do mundo. E que festa. Celso Roth, quem diria, é campeão da América com o Internacional. E o Inter vai para Abu Dhabi em dezembro pela porta da frente. Uma campanha que teve 7 jogos no Beira-Rio e 7 vitórias. Somadas a mais uma vitória, 3 empates e 3 derrotas fora de casa. A noite foi pequena para a grandeza do Internacional. PS¹: É estranho, mas outros colorados me disseram o mesmo, mas o título de ontem não teve todo o sabor que teve o de 2006. A primeira vez vai ser sempre diferente, não adianta.
PS²: Não entendi porque depois do gol de Sóbis ninguém foi abraçá-lo. Ele levanta e corre sozinho enquanto o time se abraça em torno de Kléber no meio do campo, e em torno de Renan na área colorada.
PS³: Como é bom ser colorado. 

:: sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Rock Gaúcho na TV E nesta sexta tem a estreia de mais um Rock Gaúcho na TV. Nesse programa, de número 59, uma matéria com a banda Take One, daqui de Porto Alegre, gravada no Studio Brothers. Também vídeos da Fuerza Bruta, Jupiter Apple e The Freaks. No mesmo horário de sempre. No mesmo canal de sempre.  
:: quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Raciocínio de lógica tricolor O Grêmio trouxe seu ídolo, Renato Portaluppi, para técnico e salvador da pátria. Mesmo Renato já tendo dito que era colorado na sua juventude e também tendo que o clube que mais lhe agradou trabalhar como jogador e treinador fora o Vasco da Gama.
E na estreia, em casa, com público bem aquém do esperado, o time perde por 2 a 0 do Goiás e sai fora, de novo, na primeira fase da Copa Sul-Americana.
Dirigentes do Grêmio em um passado recente falaram que a Copa Sul-Americana não vale nada, logo agora, o foco do time passa a ser a única competição que disputa no restante do ano, o brasileirão.
Porém, no brasileirão, o Grêmio está na zona de rebaixamento, mas com uma sequência de duas vitórias entraria na zona de classificação para a... Copa Sul-Americana, aquela que não vale nada. Ou não valia, porque agora a Sul-Americana vale uma vaga na Libertadores.
Mas também dizem os gremistas que a Libertadores já não é mais a mesma e que depois que o Inter ganhou uma vez e chegou em outra final, acabou o encanto desse torneio.
Então o Grêmio brigará, no brasileirão, por vaga em um torneio que ano passado não valia nada, onde foi eliminado esse ano, para buscar chegar a um campeonato que também, para eles, já não é mais como antigamente.
Resumindo, o Grêmio vai ganhar, de vez em quando, um Gauchão. Que para os gremistas, também não valia nada, mas parece que agora vale.
Por essa lógica, construída e publicada por um torcedor do time da Azenha, para um gremista praticamente não existe mais motivo para acompanhar futebol.
Tudo vale nada, ou nada valeu, em algum momento da história, para o pessoal do Portoalegrense. 
:: quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Com uma mão no caneco As coincidências não podiam estar erradas: Tanto em 2006 quanto em 2010... ... o Inter foi para a Libertadores após ser vice-campeão brasileiro (e sacaneado); ... teve Copa do Mundo, com pausa na Libertadores; ... o Brasil foi eliminado da Copa Mundo nas quartas-de-final por um time europeu que foi vice-campeão; ... a Alemanha eliminou a Argentina nas quartas e foi eliminada da Copa nas semifinais; ... o Inter perdeu o Gauchão em 2 Gre-Nais através do critério do gol fora de casa; ... o Inter estreou no Brasileirão perdendo em casa; ... o resultado do primeiro Gre-Nal do Brasileiro foi um 0 a 0 em casa, com o Inter usando time misto; ... o time do Inter era comandado por técnicos sem títulos de expressão que já tinham treinado o time duas vezes; ... os 2 técnicos (Abel Braga e Celso Roth) têm os nomes formados por 9 letras (Zagallo Feelings); ... o Inter venceu o jogo de ida no confronto contra o São Paulo, e teve Tinga expulso no jogo de volta, por uma bobagem; ... as bandeiras das sedes do Mundial têm as cores do Inter, vermelho e branco (Japão e Abu Dabi); ... três dos quatro semifinalistas da Libertadores são os mesmos: Chivas, São Paulo e Inter; ... o primeiro gol do time na Libertadores foi de um lateral-direito (Ceará/2006 e Nei/2010); ... a defesa do Inter tinha, na zaga, os mesmos atletas: Índio, Bolívar e Fabiano Eller. ... o colorado venceu a primeira partida da final por 2 a 1 na casa do adversário. Agora é ir (cedo) pro Beira-Rio quarta que vem e esperar que venha o Bi da Libertadores, para alegria da grande massa colorada espalhada em todo o mundo.  #VamoVamoInter 
:: terça-feira, 3 de agosto de 2010
O poder das mídias sociais Enquanto muitas empresas ainda parecem não crer no poder que as mídias sociais tem, vou citar três exemplos que aconteceram comigo recentemente para provar o quão importante elas tem sido.
Exemplo 1: Copa do Mundo bombando e a Paquetá Esportes faz uma promoção via Twitter para quem acertasse os resultados dos jogos do Brasil. Aposto, no jogo contra a Costa do Marfim, em 3 a 1 para o escrete canarinho. Finzinho do jogo, 3 a 0 para a Seleção e Drogba faz um gol. Eu discretamente comemoro, e ganho uma camisa oficial da Seleção da Argélia, entregue em casa pelos Correios.
Exemplo 2: Libertadores da América, semi-final entre Inter e São Paulo. O Banco Santander, patrocinador da competição, faz uma promoção nas principais redes sociais, Twitter, Orkut e Facebook, onde sorteia ingressos para a área Vip. Ganho o sorteio, e de acordo com o enunciado da promoção do Twitter e confirmado pelo telefone na ligação que recebi, e também por e-mail, seriam um par de ingressos para o jogo. Com isso, resolvi levar comigo o meu irmão, que já tinha um ingresso, o qual ele cedeu para a nossa irmã, que não é sócia do Inter. Chegamos então no dia do jogo junto à tenda do Santander, conforme instruções recebidas por e-mail. Ao chegarmos, foi informado que só o meu nome constava do sistema e que não teria direito ao segundo ingresso, no caso, do meu irmão. Abri o meu N95 e mostrei os dois e-mails para o senhor Celso, da Group Comunicação (agência que cuida do marketing do banco), e o mesmo teve bom senso e boa vontade, liberando o credenciamento do meu irmão. E se eu não tivesse um smartphone e não tivesse como comprovar que eu tinha direito a um par de ingressos para o jogo? Meu irmão, que tinha um ingresso para a arquibancada superior e cedeu o mesmo para a minha irmã para me acompanhar na Torcida Santander, não teria visto o jogo por uma falha interna de comunicação?
Enviei a reclamação para o banco e fui respondido rapidamente com um pedido de desculpas.
Exemplo 3: Recentemente assinei Sky, já que existe um desconto razoável para quem é cliente da GVT. No dia da instalação, como o instalador demorou mais que o previsto, me atrasei para o trabalho, e publiquei no Twitter algo como "Valeu Sky, por fazer eu me atrasar para o trabalho". Em poucos minutos recebi uma resposta no Twitter pedindo desculpas.
Dois dias depois recebi uma fatura por e-mail e achei estranho, já que não conhecia o sistema de cobrança da empresa, e reclamei novamente no Twitter. Novamente tive resposta rápida, informei meu código de cliente e em poucos minutos estava recebendo uma ligação me explicando todo o processo de cobrança e da fatura. Não satisfeita, a Sky ainda me enviou por e-mail todas as informações passadas pelo telefone. Agilidade nota 10.
Alguém ainda duvida do poder das redes sociais?

:: quinta-feira, 22 de julho de 2010
Software Livre e a volta às palestras Não gosto de falar de assuntos ligados ao trabalho por aqui, mas vou ter que abrir uma exceção. Desde 2008, trabalho num projeto de sites e sistemas para dispositivos móveis (o mais comum é o celular, claro). E este projeto já ganhou dois importantes prêmios nacionais. Nunca citei aqui porque realmente eu não gosto de falar de coisas de trabalho no blog. Como o projeto é todo feito em ambiente de software livre, tive a honra, junto com o outro colega que trabalhou no projeto, de sermos convidados pelo nosso gerente para fazer uma palestra sobre o mesmo no Fórum Internacional de Software Livre, evento já tradicional aqui em Porto Alegre e que está na sua 11ª edição. Uma correria para preparar a apresentação, mais trânsito xarope, coisa e tal, e chegamos no local, auditório do prédio 11 da PUC/RS, em cima do horário, às 11 horas. Pen Drive espetado no micro da organização, o brOffice reconheceu o arquivo do PowerPoint sem problemas e começamos. Muito boa a organização do evento, diga-se de passagem. Só não gostei do fato dos microfones serem na mesa pelo fato que complicava olhar para o telão enquanto se falava. Microfones convencionais sem fio, na minha opinião, dariam mais agilidade e liberdade de movimento. Ou é falta de costume, já que nunca tinha palestrado sentado e com um microfone assim. Um bom público presente e interessado, com várias perguntas durante o período específico e tantas outras fora do auditório. Agradeço publicamente a oportunidade que a empresa me deu e também a todos que puderam estar presentes, assistiram pela internet ou mesmo mandaram mensagens de apoio. Pra quem quiser ler sobre o assunto, aqui tem uma matéria sobre a apresentação, com duas fotos, que podem ser vistas/baixadas em alta resolução com um clique.  Bom, depois da palestra, uma pequena volta no ambiente do FISL me mostrou que o evento cada vez mais atrai jovens, gurizada mesmo, ao contrário de anos anteriores onde era algo mais voltado ao público profissional. E me chamou a atenção o fato de ver muita gente com notebooks da Apple, assim como iPhones. Pra mim, Apple e software livre são termos contraditórios, já que a empresa vende soluções fechadas de hardware e software. Para se criar um app do iPhone, precisa necessariamente se ter um Mac. Isso não é liberdade. Daí comentei isso e me disseram o que eu já sabia, que o Mac OS X era baseado em UNIX. Ok, é verdade, só que ele é fechado e pago. Igualzinho ao Windows (execrado pela comunidade do software livre). Também me argumentaram que há muitos softwares livres para o Mac. Ok, também é verdade. Mas existem no mínimo 10 vezes mais software livre para o Windows. Logo, não há argumento válido para associar os produtos da empresa da maçã à filosofia do software livre, principalmente em comparação ao Windows. A real, sem hipocrisia, é que os dispositivos da Apple são "cool" e estão na moda, antes de qualquer coisa. E só isso justifica tanta presença dos mesmos no FISL. Ah, significa que o pessoal lá também tá com grana, já que "barato" nunca foi um adjetivo ligado à Apple (assim como "livre"). 
:: quarta-feira, 14 de julho de 2010
Espanha campeã, e o que vai se lembrar da Copa 2010 É, acabou a Copa. Espanha campeã, ao contrário do que muitos pensavam. Não as casas de apostas de Londres, que desde o começo colocavam a esquadra espanhola como favorita, e o Brasil como segundo concorrente mais forte. Uma final feia, com muitas faltas e uma Holanda que não merecia vencer mesmo. Fica a lição da Espanha, que futebol é resultado. O time espanhol venceu todas as partidas da segunda fase pelo escore mínimo: 1 a 0 nas oitavas, quartas, semi-final e na final, o gol só saiu no segundo tempo da prorrogação. Invicta na Copa, mesmo, só a Nova Zelândia, que com três empates na primeira fase, se despediu mais cedo da África do Sul. Alguns momentos inesquecíveis desse mundial de 2010: - Shakira cantando (na abertura e no encerramento); - Presidente sul-africano faceiro e dançando; - Jogador norte-coreano chorando durante o hino; - "Cala a Boca, Galvão"; - Time da África do Sul chegando cantando ao gramado; - Irmãos Boateng, um na seleção de Gana, outro na Alemã; - Atacante uruguaio Suárez defendendo a bola com as mãos; - Emoção do time estadunidense na classificação com gol aos 46 minutos do segundo tempo; - A torcedora paraguaia Larissa Riquelme e seu celular no (grande) peito; - Técnico alemão comendo "tatu de nariz" (meleca, ranho, chame como quiser); - Erros de arbitragem: gol inglês que não foi dado, impedimento do Tévez contra o México, árbitro da final que deixou a violência correr...; - Goleiros de EUA e Gana disputando a mesma bola, num último esforço do time estadunidense; - Técnico da França se recusando a cumprimentar o Parreira; - Frangos dos goleiros do Japão, Argélia e Inglaterra; - Gols estranhos: da Suíça contra a Espanha, e também o de Cristiano Ronaldo contra a Coreia do Norte; - Eslováquia classificando e eliminando a Itália; - Dunga chamando o Alex Escobar de cagão; - Proteção nas costas do Júlio César; - Argentina tomando 4 a 0 da Alemanha, e o Messi saindo da Copa sem marcar gol; - Repórter do CQC fantasiado sendo entrevistado por todas emissoras do Brasil; - Paul, o polvo vidente; - Jabulaaaaaaaaani; - Choro do Casillas depois da final e o beijo que ele deu na repórter-namorada. É, em 2014, tem tudo de novo. E dessa vez, bem pertinho de casa.  
:: sexta-feira, 9 de julho de 2010
Esclarecendo sobre o aborto Acho que fui mal interpretado no post de ontem onde falei do aborto.
Falei do aborto usando o gancho do caso Bruno, o que talvez tenha gerado confusão.
Mas isolando o assunto, antes de mais nada, de religião, de ser contra a vida, assassinato e tal, aborto é uma questão de saúde pública no Brasil.
Tem vários estudos relatando que entre 5 a 10% das mulheres em idade reprodutiva no Brasil já fizeram pelo menos um aborto. Clandestino, obviamente, já que o aborto é ilegal no país.
Esses abortos muitas vezes são feitos sem nenhum cuidado médico ou maior de higiene e milhares de mulheres têm sérias complicações ou até morrem por conta destes procedimentos.
O aborto no Brasil é algo muito comum, mais que o consumo de maconha, que o jogo do bixo, que andar de carro sem cinto de segurança.
Não legalizar, na prática, acaba sendo como permitir a carnificina que existe atualmente no tema.
O problema é que, legalizado ou não, as mulheres abortam. Todos os dias. Milhares. Então, se o aborto vai ser feito (e ele vai), que seja feito com higiene e segurança para a mulher.
Claro que planejamento familiar deve ser feito de outra forma, com camisinha, pílula, ou outros métodos contraceptivos. Mas não é esse o foco do problema que eu quero tratar. Educação é base, mas exceções acontecem.
E por isso, abortos ocorrem. E como eu disse antes, já que eles vão ocorrer, que seja num hospital, numa clínica médica, mas não num açougue, às vezes com agulhas de tricô ou espetos de churrasco, que é o que ocorre atualmente. 
:: quinta-feira, 8 de julho de 2010
O Caso Bruno e o aborto no Brasil Tá, só se fala nisso na imprensa nacional.
Mas pra quem não sabe ou não lembra da história: o goleiro do Flamengo teve um filho fora do casamento, e já tinha ameaçado a mãe da criança ano passado. Há mais de um mês, a mãe, Eliza, sumiu. E todas as evidências levam a crer que ela foi assassinada a mando do goleiro.
Como aqui não é um blog de esportes, e nem um blog jornalístico, acho que o resumo acima é suficiente.
Agora, minha opinião. Bruno ganha(va) por mês, cerca de 200 mil reais, algo totalmente inimaginável para alguém sem maior estudo e com origem humilde. Mas estava sempre envolvido nas festas e orgias com Adriano e Vágner Love. Inclusive na tal história com um anão, travestis e tal.
Independente disso tudo, se ele tivesse usando preservativo (camisinha), nada disso teria acontecido. Além de colocar a saúde dele em risco (o que é uma estupidez sem tamanho, ainda mais para um atleta de alto nível), Bruno estragou a sua vida, independente do desfecho do caso.
Nem vou entrar no mérito de ele ter um caso extraconjugal.
E onde entra o aborto na história? Bem, em TODOS os países desenvolvidos, o aborto é legalizado, e qualquer mulher pode fazê-lo, sem precisar dar explicações.
Planejamento familiar também é base para o desenvolvimento de um país. Mas o Brasil é conservador demais, assim como vários outros países do "terceiro mundo". Apesar do país se declarar laico, há muita influência da Igreja nas leis. E isso não é bom, por vários motivos.
Enquanto isso, clínicas clandestinas faturam por todo o país, pondo em risco a saúde de milhares de mulheres a cada ano.
Se o aborto fosse legalizado, talvez Eliza, e milhares de outras mulheres, ainda estivessem vivas no Brasil. E Bruno continuasse a ser um goleiro com chances até de chegar na Seleção.
Mas claro que o ideal, mais importante antes de tudo, é que ele tivesse se prevenido e usado uma simples camisinha. 
:: quarta-feira, 7 de julho de 2010
Mais Copa É, e a Copa do Mundo já está indo pra final. E quem apostaria em uma final com dois times que nunca foram campeões antes? Holanda e Espanha. A Holanda, que despachou o aguerrido Uruguai nas semi-finais e o Brasil nas quartas, a Espanha que passou pela Alemanha e pelo Paraguai nas mesmas fases. Particularmente, torço pela Espanha. Mas tanto faz se a Holanda ganhar. Quanto às seleções sul-americanas, as cinco passaram para a segunda fase, onde o Chile caiu para o Brasil nas oitavas. Nas quartas, onde dos oito times, quatro eram aqui do continente, 3 perderam. O Paraguai era o mais previsível, apesar de ter jogado bem contra a Espanha. O Brasil jogou um baita primeiro tempo contra a Holanda, mas uma bosta de segundo tempo onde sofreu a virada. E a Argentina que fez um fiasco gigantesco, tomando 4 a 0 da Alemanha. Muito se criticou Dunga pela eliminação, que não levou "craques", que insistiu em suas convicções e tal. Bom, Dunga tinha convicções, coisa que muito técnico no Brasil não tem, escalando a gosto de quem manda. Quanto a não levar craques, Ronaldo, Adriano e Ronaldinho Gaúcho não estão em forma física nem para jogar um torneio praiano, quanto mais uma Copa. Paulo Henrique Ganso se operou durante o período da Copa. Neymar é apenas uma promessa, e quando precisou dele, a seleção sub-17 foi eliminada. A real é que o Brasil perdeu porque a Holanda tem um time melhor. Ponto. Tanto é que está, com toda a justiça, na final. Falam muito de Dunga, mas e Maradona, que com muito marketing (e marra) era destacado como o técnico desta Copa? Tinha no time Messi, o melhor do mundo no ano passado. E Messi saiu da Copa sem marcar um gol. Até o zagueiro Juan marcou. Messi não. E ao contrário do time brasileiro, o time argentino foi recebido com festa em Buenos Aires. Assim como o time paraguaio, que caiu na mesma fase. O Brasil não tem a obrigação de ganhar sempre, até porque isso é impossível. Perdeu porque tinha que perder, poderia ser melhor, é verdade, mas, não deu. E ficar entre os 8 melhores não é motivo de desgosto, muito pelo contrário, a maioria das seleções fariam uma festa se estivessem entre os oito. Então, Dunga já foi demitido, assim como Jorginho e toda comissão técnica. Para 2014, provavelmente um técnico que aceite o que a mídia queira, que dê um show midiático, mesmo que em detrimento de um futebol sério. E na próxima Copa, com certeza eu vou. Até porque vão ter jogos a menos de 5km aqui de casa.  
:: domingo, 4 de julho de 2010
Um (bom) esboço de time Neste domingo, o Colorado ganhou mais uma taça: o torneio amistoso "Fronteira da Paz".
Em um jogo contra o time uruguaio do Peñarol, na cidade de Rivera, fronteira com Santana do Livramento, o time de Celso Roth fez o seu primeiro jogo com o novo técnico.
Apesar da qualidade de imagem bem ruim, quem acompanhou o jogo na TVCOM viu que o time tem outra cara com Roth no comando.
O Inter passou o tempo todo pressionando, jogando no ataque. Mas o gol não saiu.
Como o jogo valia taça, a decisão foi para os pênaltis, e aí, apesar da ruindade de alguns batedores (como Taison e Kleber), valeu a estrela do goleiro Pato Abbondanzieri, que defendeu 3 cobranças dos uruguaios.
É recém o primeiro teste, mas um bom esboço de time para o Brasileiro e, principalmente, para os jogos decisivos da Libertadores, lembrando que não jogaram os reforços Tinga e Sóbis. 
:: sábado, 3 de julho de 2010
A Hyundai e o projeto HB Já elogiei aqui a Hyundai e também a Kia, montadoras coreanas que pertencem ao mesmo grupo mas aqui no Brasil são representadas por grupos distintos. Ambas as marcas têm colocado no mercado nacional carros com um custo/benefício melhor que a das marcas nacionais, mesmo pagando 35% de imposto de importação. A Hyundai, inclusive, já é a quinta marca em vendas no país. A Kia só não está melhor porque não investe tanto em publicidade quanto a co-irmã, já que seus produtos são de qualidade equivalente (até porque a Tucson e a Sportage compartilham da mesma base - motor, caixa...). Pois lendo a Quatro Rodas deste mês - e o site da AutoEsporte - vi que a Hyundai está estudando montar no país um compacto (chamado de projeto HB - de HatchBack) para brigar em preço com Gol e Uno, mas tendo como referência em qualidade o Honda Fit, já que os compactos nacionais foram considerados fracos demais pela montadora coreana. Isso prova duas coisas: primeiro, que é possível fazer carros de qualidade no Brasil, completos e com preço razoável; segundo, que Gol, Uno e os outros compactos nacionais são caros pelo que oferecem ao passo que a Honda também cobra demais pelo Fit, tanto que ele é vendido por cerca da metade do valor cobrado aqui no México. Ponto (mais um) para os coreanos. 
:: quinta-feira, 1 de julho de 2010
Copa, Copa e Copa Dois dias seguidos sem jogos da Copa do Mundo.
Nesta quarta e quinta, rola a ansiedade pelo jogo mais difícil do Brasil até agora, com a Holanda, que vem com uma campanha de até agora, 4 vitórias.
No outro lado da chave para a primeira semifinal, dois times que chegaram meio desacreditados para a África do Sul: Uruguai e Gana. Por mais força física que tenham os africanos, nossos "hermanos" devem passar de fase, e repetir a campanha de 1970, onde chegaram na semifinal.
Na chave para a segunda semifinal, a história é parecida: um confronto difícil entre a Alemanha e a Argentina, com um leve favoritismo para os comandados de Maradona, que assim como a Holanda, vem de 4 vitórias; e um confronto com uma "zebra", que é o Paraguai enfrentando a Espanha. Apesar da Espanha chegar como favorita, não será estranho se for eliminada, já que perdeu na estreia para a fraca Suíça. De outro lado, os paraguaios nunca chegaram tão longe, e já estão escrevendo a história.
Enquanto isso, aqui em Porto Alegre, a grande massa colorada espera o fim da Copa do Mundo para retomar a Copa que importa mais: a Libertadores.
Tinga, Leonardo, Oscar, Renan e Sóbis são os reforços do Colorado, agora com o Roth no banco. Desses cinco, só três poderão ser inscritos na Libertadores.
Enquanto isso, em Santa Catarina, por uma outra Copa, de expressão absurdamente menor (para não dizer nula), amistosa e que conta só com times com passagens recentes pela série B, o time da Azenha perdeu para o Coritiba, por 2 a 0. 
:: terça-feira, 29 de junho de 2010
Rock Gaúcho na TV Poxa, na correria esqueci de avisar aqui. Sexta passada estreou na PoaTV programa inédito do Rock Gaúcho na TV, que vai reprisar esta semana. Neste programa, o de número 56, matéria com a cantora Clarissa Mombelli, falando sobre sua carreira e o CD que será lançado em breve. Também clipes da própria Clarissa, da Comunidade Ninjitsu, Júpiter Maçã, Tarcísio Meira's Band e Véspera. E todos programas anteriores estão lá no www.rockgaucho.com.br.  
:: terça-feira, 22 de junho de 2010
Ainda a Copa do Mundo Passadas as duas primeiras rodadas e mais o primeiro dia da terceira rodada, novamente aqui o assunto é a Copa do Mundo. Nigéria, Grécia, França e África do Sul já estão fora. Mesmo antes da terceira rodada, Camarões e Coreia do Norte também não têm mais chances, vão só cumprir tabela. Num apanhado geral, dá pra dizer seguramente, que, tirando Brasil, Argentina e Holanda, o resto tá tudo bem nivelado. Por baixo. Possivelmente, só Honduras não classifique, das oito seleções das três Américas na Copa. E é interessante analisar como é diferente, para nós, brasileiros, o comportamento das demais torcidas. A grande maioria dos países fica muito feliz se sua seleção simplesmente passa para a segunda fase. E alguns ficam felizes só em estar na Copa, como a Coreia do Norte, Honduras e a Nova Zelândia. Em compensação, qualquer coisa que não seja o título deixa o brasileiro chateado. E o brasileiro está chateado com a Rede Globo. Já não bastava o narrador mais irritante (e arrogante) da televisão, Galvão Bueno, a emissora carioca resolveu descontar no técnico Dunga. Fortemente. Porquê? Primeiro, porque o nome de Dunga já desagradava os interesses pela sua convicção de futebol sério (ao contrário do "futebol-show" sonhado). Depois, porque Dunga não aceitou pressão para convocar ninguém, e deixou, entre outros, os queridinhos da imprensa Adriano, Ronaldo, Neymar e Ganso de fora. E por último, Dunga desafiou a Globo diretamente, se negando a conceder privilégios exclusivos para a emissora, querendo, numa isonomia jamais vista, dar tratamento igual a todos os veículos de informação. Acabou sobrando pro Tadeu Schmidt (o irmão do Oscar), que foi xingado muito no Twitter (no melhor estilo "Família Restart") com um "CALA BOCA TADEU". O Tadeu Schmidt não teve culpa. Ele só leu um editorial da Rede Globo. O "Cala Boca" não deve ser pra ele, e sim para os boçais acima dele, que acham que são os donos da mídia brasileira e ficaram brabos quando o técnico da Seleção teve coragem de dizer não à eles. 
:: quarta-feira, 16 de junho de 2010
A TV em HD e o "CALA BOCA GALVÃO" Recentemente troquei a tv do quarto. Além da antiga já ter 7 anos de uso, queria ter a oportunidade de assistir às transmissões de TV Digital na Copa do Mundo e também, de aproveitar ao máximo os recursos do XBox360 que comprei ano passado.
Depois de uma boa pesquisa, comprei um modelo da Philips, Full HD, com conversor digital integrado. Apesar do vendedor ter insistido para eu levar um modelo maior, só que sem conversor, achei que o mesmo era algo muito importante. Afinal, não tenho tv por assinatura, logo, a tv é para ver os canais abertos (em especial jogos de futebol), além de usar para ver filmes do laptop e jogar videogame.
Há 3 semanas atrás, só Record e RBS (afiliada da Globo) transmitiam em sistema digital aqui em Porto Alegre, ambas com uma parte muito pequena da programação em alta definição.
Então na semana passada, ocasião do início da Copa, a Bandeirantes passou a transmitir também no novo sistema aqui na Capital dos Gaúchos. Ao contrário dos outros dois canais, a Band transmite grande parte da programação em alta definição, incluindo os telejornais e até mesmo comerciais.
E o que isso tem a ver com o "Cala Boca Galvão"?
Bom, pra quem não sabe, o "movimento" "CALA BOCA GALVÃO" não é algo novo, tanto que muitas vezes nos estádios brasileiros se ouviu um sonoro "ei, Galvão, v.t.n.c.", mas ganhou muita força agora com o começo da Copa do Mundo e o Twitter, onde se tornou quase uma unanimidade o repúdio às bobagens que o narrador mais caro da televisão brasileira (reza a lenda que ganha mais de um milhão de reais por mês) fala em suas transmissões de futebol e da fórmula 1.
Só que o fato de a Globo ter exclusividade na transmissão de alguns eventos esportivos obrigava aos brasileiros ter que conviver com o Megalomaníaco Galvão, que acha que sabe tudo e que pode tudo. E também que acha que agrada.
E como a Copa também está sendo transmitida pela Bandeirantes, e em alta resolução, agora não há motivos para assistir à Globo, principalmente nos jogos narrados pelo Galvão. O problema da Band são os comentários do Neto, mas muito menos irritantes que a narração do senhor "sabe tudo" do maior canal do Brasil.
Nesta terça, no Brasil x Coreia do Norte (oficialmente "República Democrática da Coreia", mas, na boa, aquele país não é nem um pouco democrático, e como fica ao norte da Coreia do Sul...) apareceu uma faixa bem no meio do estádio com "CALA BOCA GALVÃO".
Personalidades globais que estão no Twitter começaram a disparar que o locutor estava sendo vítima de "Bullying" e coisa e tal. Poxa, isso foi mais forçado que a história da Geisy Arruda.
Outra, fizeram uma matéria com o próprio Galvão dizendo (visivelmente constrangido) que apoia a campanha, que acha que é uma brincadeira saudável. A velha tática de fingir aceitar o apelido para ver se ele não pega.
Mas a verdade é que depois de mais de 30 anos na televisão, o país está de saco cheio das narrações do Galvão Bueno. E expressando isso. Se vai adiantar ou não, só o tempo dirá. Mas a mensagem foi passada. 
:: sexta-feira, 11 de junho de 2010
Rock Gaúcho na TV Nesta sexta-feira, tem estreia do Rock Gaúcho na TV número 55 na PoaTV. Nesta edição, uma matéria exclusiva com a banda Véspera, gravada no estúdio da Marquise 51. A banda fala um pouco da sua história e projetos, além de tocar uma música ao vivo. Também no programa clipes dos Replicantes, Multiplay, Clarissa Mombelli e The Freaks. No horário de sempre, às 20h na PoaTV, canal 6 da NET/Porto Alegre ou www.poatv.org.  
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